WEB DESIGN, BRANDING, MARKETING E COMUNICAÇÃO

Casos práticos de como a McGraw-Hill e a Nike otimizaram os seus negócios com a conexão continuada.

uma conexão sincronizada das grandes àreas de web design, branding e comunicação

Para além de todo o investimento que as marcas realizam em web design, branding e comunicação digital, os seus gestores tiram partido da conexão digital e implementam estratégias de negócio que as levam para junto das rotinas dos seus clientes.

Atualmente, a maioria das empresas apenas interage com os seus clientes quando estes identificam, nas suas necessidades, bens ou serviços que a empresa atende.

Ou seja, por norma, estas empresas trabalham arduamente com ofertas de alta qualidade, a preços competitivos, e baseiam as suas atividades de marketing e operações no pressuposto de que os seus serviços e produtos apenas se cruzam no momento da venda do bem ou serviço.

A este modus operandi, podemos chamar de estratégia “compre o que temos”. No entanto, outras empresas, reconhecem a potencialidade da web e as interações que ela permite ao nível da conexão sincronizada do web design, branding, marketing e comunicação.A McGraw-Hill Education, por exemplo, para além de vender livros, oferece agora experiências de aprendizagem personalizadas através da conexão do seu website com o seu cliente.

Como?

À medida que os alunos usam os textos eletrónicos, as tecnologias digitais rastreiam o progresso e fornecem dados aos professores e à própria empresa.

Isto significa, por exemplo, que:

Se um aluno está com dificuldades, o professor é informado e a McGraw -Hill Education direciona o aluno para um capítulo, ou vídeo, com explicações úteis.

Outro caso, é o da Nike.

A Nike otimizou o seu negócio com a implementação de estratégias de interação tecnológica como Web App, Website, e outro software, para criar maior proximidade com o cliente.

Com chips incorporados no calçado, um software que analisa os treinos, e uma rede social que presta aconselhamento e suporte, a empresa deixou de ser um simples fabricante de equipamentos desportivos para passar a fornecer serviços de saúde, fitness e treino.

Muitas outras empresas estão a desenvolver a sua própria estratégia para tirar vantagens da interação tecnológica e a investir consideravelmente na recolha de dados, o que é bom. Mas muitas delas estão sobrecarregadas com a gestão de tanta informação.

Mas então, como é que os gestores podem pensar claramente e sistematicamente sobre o que fazer a seguir?

Quais são as melhores formas de usar todas estas novas informações para nos conectarmos melhor com os nossos clientes?

Nicolaj Siggelkow e Christian Terwiesch , identificaram quatro estratégias de conexão eficazes. Cada uma delas vai para além do modo tradicional de interação com o cliente “compre o que temos” e representa um modelo de negócio fundamentalmente novo.

 As estratégias são:

  1. Resposta ao Desejo
  2. Curadoria na Oferta
  3. Coach Comportamental
  4. Execução Automática
WEB DESIGN, BRANDING e ESTRATÉGIAS DE MARKETING
Adaptado de Business Harvard Review – Artigo original da autoria de: Nicolaj Siggelkow e Christian Terwiesch

Na realidade, cada vez mais, o que realmente importa para os clientes é a quantidade de energia que despendem para adquirir um novo produto ou serviço.

Mesmo assim, não conseguimos prever para onde estamos a caminhar. Mas sabemos e, especialistas da área já implementaram estratégias conectadas que validam que a idade do “compre o que temos” acabou.

Isto significa que empresas que queiram obter uma vantagem competitiva sustentável nos próximos anos, devem pensar em estratégias digitais conectadas intrínsecas ao negócio.

Isto aplica-se tanto para quem está a iniciar-se numa indústria, como para uma empresa madura que queira defender o seu mercado, quer se relacione com os consumidores diretamente ou opere num ambiente business-to-business.

Assim, chegou a hora de pensar sobre estratégias conectadas e potenciar o seu negócio, construindo relações a todo o tempo.

Adaptado de Business Harvard Review
Artigo original da autoria de: Nicolaj Siggelkow e Christian Terwiesch
https://hbr.org/2019/05/the-age-of-continuous-connection

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